Num surto total pré-aniversário, me permitirei desvirtualizar o totalmente este blog com uma lista de EU QUEROS (completamente platônicos):
Carteira da Miezko: amei, não faço nem idéia de quantos milhões ela custa, mas já entrei em contato para uma listinha de locais onde posso encontrá-la!
Sapatos Farm: acreditem à vendo no Mercadolivre... mas o preço... este é platônimo mmmmmeeeesssmoooo (R$ 486,00).....
Ai, ai.... quem sabe um dia...
- Quero um peep toe de salto médio grosso, que ainda não encontrei....
- Quero descobrir onde encontro sapatos da grife louloux e sommer...
- Quero um trico lã grossa, comprido e decote V (também não achei, mas não procurei mmuuiittoo...)
- Quero saias longas maravilhosas...
- Preciso de uma sadália coringa preta (que eu use, pq tenho várias guardadinhas há tempos em gavetas...)
PRONTO, viu falei tudo!! (tudo não, daqui a pouco acharei mais um ítem...)
Mas me dêem um desconto neste mês de julho.... é a idade!
terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Quero um site, e agora?
Que está na moda, todo mundo sabe. Que é importante para os negócios, também não é novidade. Porém a maioria das pessoas não pensa no que “ter um site” significa realmente. E deixam de perceber o principal: que a base de um site é seu conteúdo. Como assim? Eu explico: a primeira reação que se tem é o choque. Sim, porque algumas pessoas chegam, dizem: “quero um site, quanto tempo leva para que fique pronto?”, e é nesta etapa que o desenvolvedor tem de explicar: olha é preciso que você me passe o conteúdo. E ao término desta palavra surge um grande ponto de interrogação no rosto do cliente.
Vamos a algumas sugestões: antes de mais nada, é necessário que se respondam algumas perguntas. Para que servirá este site? Será um site de vendas, e-commerce? Ou será um portifólio? Que tipo de informação será colocada? Podem ser textos, fotos, áudio, vídeo.... e de onde elas virão? Ou ainda, que tipo de informação é realmente necessária? Porque na internet, “encher lingüiça” não funciona. Os internautas não são muito pacientes e se algo parece chato ou supérfluo, pode ter certeza de que ele nem se dará ao trabalho de ver. Há ainda mais uma questão importante: quem será o público-alvo?
Todas estas informações, fundamentais para o desenvolvimento do trabalho, devem ser definidas pelo cliente! E quanto mais detalhado for o seu briefing, mas fácil será o trabalho do designer e maior a chance dele de desenvolver um projeto exatamente como você queria.
Ah, você não achou que fosse tão complicado, não é? Mais aí entrará aquela parte da conversa, mais complicada ainda: os custos! Além do valor do trabalho do desenvolvedor, que criará o site para você, ainda há alguns outros valores a serem desembolsados. Você precisará registrar um domínio, ou seja, criar, cadastrar e comprar o seu endereço na internet. É através dele que as pessoas conseguirão acessar o seu site, e geralmente é cobrado através de uma taxa anual.
Aí você terá de contratar um servidor, que guardará na rede seus arquivos para que eles fiquem sempre disponíveis quando o seu endereço for digitado. Em geral é cobrada uma mensalidade para esta hospedagem, e podemos pensar nela, exatamente desta forma: um local virtual onde os arquivos do seu site são alocados.
Além de tudo isso é interessante ainda, pagar uma mensalidade para o desenvolvedor, para que ele possa fazer as alterações no seu site sempre que você precisar. Veja que isso é uma sugestão, em geral quando o próprio cliente tenta atualizar o site, a menos que este tenha conhecimento das linguagens, há certo risco de acontecer alguma bobagem. Aí, o custo para “consertar” será ainda maior do que o daquela mensalidade...
É claro que estes são os custos básicos. Conforme o tamanho do projeto poderão ser utilizadas muitas outras ferramentas, de marketing, por exemplo, para dar mais visibilidade ao site. Lembre-se: de nada adianta um site maravilhoso, se ninguém vê.
Há muitas outras formas de utilizar a internet para divulgar e comunicar, tais como blogs, catálogos virtuais, galerias, e até sites de relacionamento. O que vale é se informar e planejar bem para utilizar a web da melhor forma possível, com um bom custo benefício.
Vamos a algumas sugestões: antes de mais nada, é necessário que se respondam algumas perguntas. Para que servirá este site? Será um site de vendas, e-commerce? Ou será um portifólio? Que tipo de informação será colocada? Podem ser textos, fotos, áudio, vídeo.... e de onde elas virão? Ou ainda, que tipo de informação é realmente necessária? Porque na internet, “encher lingüiça” não funciona. Os internautas não são muito pacientes e se algo parece chato ou supérfluo, pode ter certeza de que ele nem se dará ao trabalho de ver. Há ainda mais uma questão importante: quem será o público-alvo?
Todas estas informações, fundamentais para o desenvolvimento do trabalho, devem ser definidas pelo cliente! E quanto mais detalhado for o seu briefing, mas fácil será o trabalho do designer e maior a chance dele de desenvolver um projeto exatamente como você queria.
Ah, você não achou que fosse tão complicado, não é? Mais aí entrará aquela parte da conversa, mais complicada ainda: os custos! Além do valor do trabalho do desenvolvedor, que criará o site para você, ainda há alguns outros valores a serem desembolsados. Você precisará registrar um domínio, ou seja, criar, cadastrar e comprar o seu endereço na internet. É através dele que as pessoas conseguirão acessar o seu site, e geralmente é cobrado através de uma taxa anual.
Aí você terá de contratar um servidor, que guardará na rede seus arquivos para que eles fiquem sempre disponíveis quando o seu endereço for digitado. Em geral é cobrada uma mensalidade para esta hospedagem, e podemos pensar nela, exatamente desta forma: um local virtual onde os arquivos do seu site são alocados.
Além de tudo isso é interessante ainda, pagar uma mensalidade para o desenvolvedor, para que ele possa fazer as alterações no seu site sempre que você precisar. Veja que isso é uma sugestão, em geral quando o próprio cliente tenta atualizar o site, a menos que este tenha conhecimento das linguagens, há certo risco de acontecer alguma bobagem. Aí, o custo para “consertar” será ainda maior do que o daquela mensalidade...
É claro que estes são os custos básicos. Conforme o tamanho do projeto poderão ser utilizadas muitas outras ferramentas, de marketing, por exemplo, para dar mais visibilidade ao site. Lembre-se: de nada adianta um site maravilhoso, se ninguém vê.
Há muitas outras formas de utilizar a internet para divulgar e comunicar, tais como blogs, catálogos virtuais, galerias, e até sites de relacionamento. O que vale é se informar e planejar bem para utilizar a web da melhor forma possível, com um bom custo benefício.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Érica desvenda mais um mistério....
Estava eu indignada com uma determinada conta de email que eu deveria gerenciar ocasionalmente. Isto porque é um dos email menos amigáveis que já conheci...
Ainda mais porque era minha tarefa adicionar páginas e mais páginas de contato...na mão! Deveria haver um jeito mais fácil... mas de todas as formas que eu tentava, não via uma luz.
Até que achei a opção importar contatos. O problema é que o programa aceita arquivos .cvs, e eu não fazia a menor idéia do que isso significava...
Após um tempo de pesquisas e passado o susto das primeiras informações (quando o assunto parece mais difícil do que realmente é), descobri na ajuda do gmail algumas explicações muito elucidativas:
http://mail.google.com/support/bin/answer.py?hl=br&answer=12119
Eis que o arquivo .cvs é um arquivo de texto separado por vírgulas, usado por exemplo em
bancos de dados. E pode ser gerado pelo nosso velho amigo excel!! Iniciei então meu teste,
criando uma tabelinha com nome e email....
Fui até a conta de email e fiz o teste. Preciso de mais ajustes....
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Google Analytics e Docstock !!
Duas dicas de ferramentas que usei e adorei....
A primeira é a ferramenta do google analitics.
http://www.google.com/analytics/
Você cria sua conta e cria um perfil que é associado à página escolhida. Pode ser seu site ou blog. Após configurado o perfil, a ferramenta gera um código que vc deverá inserir na página.
É bacana porque: gera um relatório detalhado de visitas, que pode ser visto de várias formas diferentes ( até através de mapas ). Mostra tempo médio de visita, localização (país) dos visitantes, além de uma série de outras infos. Você ainda pode agendar para receber os relatórios mensal ou semanalmente!
A segunda é o site http://www.docstoc.com/ que funciona como o rapidshare....
Foi o primeiro site de compartilhamento que usei e achei bem fácil.
Você cria sua conta e faz o upload de arquivos. Além de compartilhá-los você ainda pode pegar o código gerado e inserir no seu blog, ou página da internet.
Nada muito extraordinário, mas, como já disse, bem prático e acessível. E olha que estes são apenas os primeiros recursos que vi....
Para finalizar uma das coisas mais bacanas, os dois serviços são FREE!!
A primeira é a ferramenta do google analitics.
http://www.google.com/analytics/
Você cria sua conta e cria um perfil que é associado à página escolhida. Pode ser seu site ou blog. Após configurado o perfil, a ferramenta gera um código que vc deverá inserir na página.
É bacana porque: gera um relatório detalhado de visitas, que pode ser visto de várias formas diferentes ( até através de mapas ). Mostra tempo médio de visita, localização (país) dos visitantes, além de uma série de outras infos. Você ainda pode agendar para receber os relatórios mensal ou semanalmente!
A segunda é o site http://www.docstoc.com/ que funciona como o rapidshare....
Foi o primeiro site de compartilhamento que usei e achei bem fácil.
Você cria sua conta e faz o upload de arquivos. Além de compartilhá-los você ainda pode pegar o código gerado e inserir no seu blog, ou página da internet.
Nada muito extraordinário, mas, como já disse, bem prático e acessível. E olha que estes são apenas os primeiros recursos que vi....
Para finalizar uma das coisas mais bacanas, os dois serviços são FREE!!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Problemas de cor no Outlook - fev. 2009
Fiz algumas artes que deveriam ser enviadas no corpo do email através do Outlook Express. As primeiras imagens estavam ok. Só que, num dado momento, percebi que uma delas, quando a inseria no corpo do email a cor era alterada. Muito alterada. Ficava bem ruim....
Depois de muito buscar na internet, ver fóruns e "googlear" bastante, não achei nada. Comecei aprocurar as particularidades das imagens. Até que, numa conversão dentro do photoshop, entendi o que aconteceu...
Fiz arquivo em Adobe RGB e no final converti seu o perfil para SRGB. BINGO! A alteração foi a mesma do outlook.
Minha sugestão: quando for mandar a imagem no corpo do email, esta deve estar em SRGB.Caso não esteja, acredito que o programa corverta automaticamente e aí acontece a alteração nas cores...
essa é uma pegadinha ótima e um detalhe que não deve ser esquecido!! E se for, aqui está o registro salvador!
Nada mal para mim, que sou apenas um Hastings....
Depois de muito buscar na internet, ver fóruns e "googlear" bastante, não achei nada. Comecei aprocurar as particularidades das imagens. Até que, numa conversão dentro do photoshop, entendi o que aconteceu...
Fiz arquivo em Adobe RGB e no final converti seu o perfil para SRGB. BINGO! A alteração foi a mesma do outlook.
Minha sugestão: quando for mandar a imagem no corpo do email, esta deve estar em SRGB.Caso não esteja, acredito que o programa corverta automaticamente e aí acontece a alteração nas cores...
essa é uma pegadinha ótima e um detalhe que não deve ser esquecido!! E se for, aqui está o registro salvador!
Nada mal para mim, que sou apenas um Hastings....
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