Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de junho de 2011

Férias e... fotos!!

Este foi um texto bem bacana publicado no blog da stylist Michele Neyret em Janeiro de 2010... mas as dicas seguem valendo!!

Fim de Ano, época de festas e logo vem janeiro, época de férias!!!

E todo este tempo ocioso, estes eventos sociais, e passeios sem fim, vem acompanhados de nada mais nada menos que uma enxurrada de fotos! É inegável que agora, que "não temos mais" o custo dos filmes, e seu demorado processo químico de revelação o clique ficou irresistívelmente fácil. É a foto instantânea. Desenvolvemos então a chamada "síndrome do dedo nervoso", apontando as lentes para todas as pessoas e direções.


E o resultado, são milhares de imagens. Mas desta vez não irei entrar na questão da quantidade, mas sim de como fazer para gerenciá-la de uma maneira melhor....São pequenas dicas para que suas férias não acabem esquecidas dentro do seu cartão de memória.

1. Descarregue as imagens o mais rápido possível.
Pode parecer estranho, mas é incrível observar como as coisas tendem a se acumular. E se você deixar esta tarefa para depois, acabará só se preocupando novamente com isso quando quiser usar novamente o cartão e ele estiver cheio...


2. Faça backups.
Aproveite para, depois de baixar as imagens no computador, já gravá-las em um cd (ou dvd). Ah, seria muito prático identificá-lo com a data e o nome do evento, para que você não precise ver todos os cds para achar "aquela" foto. Porque gravar as imagens num cd? Imagine se seu computador passa mal e apaga fotos dos últimos 5 anos da sua vida....afinal sabemos como computadores podem ser sentimentais, e algumas vezes vingativos.

3. A Trigem (ou seleção).
Etapa mais demorada, dificil e para uma grande maioria mais chata. Veja as iamgens: será que aquela imagens da rua desfocada realmente vale a pena ser guardada? Tire algumas horinhas, e tenha foco: minha estratégia é tirar primeiro as fotos ruins (com problemas técnicos graves), depois, as que honestamente, tirei por empolgação. Você irá se surpreender em como esta enxugada poderá ser útil. Primeiro: você ocupa seu computador apenas com imagens significativas. Segundo: será mais agradável até para você quando for vê-las ou mostrá-las novamente.

4. Identifique pastas e arquivos das fotos.
A idéia aqui é como a da identificação do seu cd: servirá para vc não ficar perdido entre pastas e imagens. Não acho que exista alguém que goste de ficar abrindo pastas e mais pastas para achar aquela foto. Mais uma vez: é interessante colocar o local (ou situação/evento) e a data. Assim, o computador também terá facilidade em encontrar o arquivo em uma busca pelo nome, por exemplo.

5.Dê um destino digno para elas (as fotos).
Se as fotos realmente ficaram legais e retratam momentos especiais faça algo a mais com elas. Hoje em dia é possível dar vários destinos diferentes: você pode criar albúns, ou fotolivros, calendários, mouse pads, painéis e até mesmo o porta-retratos digital além de, claro, albúns virtuais (você coloca suas fotos na internet e determina quem poderá vê-las). Seja criativo! Afinal de que servem estas recordações se elas ficarem guardadas no micro, para serem vistas apenas de vez em quando?


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Indicação de vídeo

Este vídeo foi indicado em um grupo do qual participo, juntamente com uma série de ataques agressivos aos "profissionais amadores". Principalemente aqueles que tendem a cobrar muito barato, ou fazer favores...

Como profissional autônoma que sou, passei e confesso, ainda passo por algumas dificuldades no momento de dar valore$$$$ ao meu trabalho. Quando vi o email e suas respostas igualmente agrassivas, fiquei muito irritada e me senti praticamente atacada...mas então, eu precisaria ver tal vídeo, que gerou tanta balbúrdia.

E vi. E bati palmas. E aqui, indico a TODOS os profissionais autônomos. De uma forma clara, sincera e honesta, eis aqui algo melhor do que qualquer livro de auto-ajuda, marketing, ou finanças.




A única coisa que espero, além de que vocês tenham visto o video, é que Harlan Ellison não venha me cobrar por ter postado o video dele....porque neste caso terei de começar a juntar....

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Vida longa aos blogs

imagem blog: Svilen Milev
http://efffective.com
imagem martelo: Michael w.
Há algumas semanas atrás li no estadão uma longa matéria sobre o fim dos blogs. Confesso que fiquei um pouco incomodada, já que aderi aos blos recentemente. A reportagem comentava como o termo blogueiro tornou-se obsoleto já que além de todos postarem hoje em dia, o blog tornou-se parte de algo maior e do qual não é necessariamente a engrenagem principal. Mas isso já é outro assunto que poderá ser comentado mais tarde...

Algo que realmente me irrita é essa mania que as pessoas têm de decretarem o fim das coisas... o fim da pintura, o fim da televisão (vi uma matéria na última info sobre se o you tube seria a morte da tv...), o fim do rádio. Acho isso uma falta de assunto interessante para se pensar! E de qualquer forma não concordo com o mote principal da materia do estadão.

Uma coisa engraçada é que em geral na rede, quando algo se populariza, os usuários mais antigos ou puristas, geralmente se incomodam com isso, e vários, como mostra a reportagem do inicio do post, acabam rejeitando a ferramente simplesmente porque ela se democratizou. Minha teoria é de para tudo na vida existe uma espécie de “seleção natural”, ou seja, uma grande parte daqueles que resolveram criar seus blogs por puro modismo, acabarão desistindo em alguma parte do caminho.

Para mim, uma das principais funções de um blog, não são os textos descompromissados ou críticos, ou sobre o dia-a-dia. Na verdade acho que cerca de 40% do que eu aprendi eu devo a blogs. Lógico que nem tudo funciona sempre, porém na maioria das vezes os tutoriais podem e dão muita ajuda. E os que mais gosto são aqueles em que a pessoa conta a solução para um problema que conseguiu superar e para que outros não passassem pelo mesmo, ela fez seu post. Simples assim. Ajuda honesta e gratuíta. Envolve apenas paciência para encontrar uma informação que já está lá.



Um dos tutoriais que me ajudou muito ultimamente foi este aqui: http://brunotorres.net/sobre-feeds-rss-atom#arquivos. É sobre como fazer para inserir feeds em seu blog. Traz informações de uma forma simples e bacana além de explicar direitinho até mesmo sobre o que é um feed. Como diria uma querida amiga, “eu super recomendo!”

E tutoriais você pode encontrar sobre qualquer assunto. Desde “porque minha receita deu errado”, até assuntos sobre moda, cultura, ou os que eu mais busco: programação, artes gráficas, marketing e web e ainda os reviws de produtos. A multiplicação dos blogs exige sim um filtro para separar o joio do trigo, mas uma vez que você encontre aquele blog com o qual se identifica, acaba virando fã ( daí o surgimento dos feeds, que facilitam a leitura dos blogs). Porque então pensar no fim de algo que é praticamente um “serviço de utilidade pública”? Não. Gastemos o tempo com post que valham a pena! E vida longa aos blogs.

domingo, 5 de outubro de 2008

Sobre arte e fotografia

Recebi há um tempo um email com esta notícia e achei a idéia super bacana.. aliás são momentos como este em que me lembro o que me fez ir parar lá no cap....

Em busca da foto perdida
Fototeca recicla imagens fadadas ao esquecimento


Fotografias 'caseiras', feitas por amadores, tendem a perder seu valor, quando são descartadas por seus autores ou proprietários. Em Weimar, uma fototeca tenta resgatar essas imagens.
Longe da rota que leva aos rastros de Goethe e Schiller em Weimar, a alemã Anke Heelemann ocupa-se de outras lembranças na cidade. Na loja que fundou e que chama de fototeca (Fotothek), estão armazenadas milhares de fotos em diversas caixas e armários.


Resgantando a memória alheia

Num canto da loja, há uma série de slides sobre uma mesa iluminada, ao redor da qual estão espalhadas almofadas vermelhas para as pessoas se sentarem. Nas prateleiras, há ainda mais fotos, dispostas de tal forma que o verso, com a descrição, é exposto e não a frente.Uma tática que não induz necessariamente à venda. Mas essa não é mesmo a intenção de Heelemann. A estudante de Design e Mídia da Universidade Bauhaus de Weimar criou o que chama de "loja especializada em fotografias esquecidas", uma idéia desenvolvida a partir de seu trabalho de conclusão de curso. "A idéia básica foi a de criar um espaço público, onde é possível encontrar essas imagens. De certa forma, a fototeca parece ser a única forma de lidar com o assunto", diz ela.


Memórias descartadas

Anke Heelemann reúne fotografias antigas de família, que foram jogadas fora ou esquecidas em algum lugar e acabaram sendo vendidas em mercados de pulga (reais ou virtuais)."Eu estava sempre encontrando essas fotos por aí", conta a artista, que confessa sua fascinação pelas histórias contidas nessas imagens, que perderam um dia seu "valor" e acabaram esquecidas em caixas de sapato, esperando por compradores."Sempre senti que havia algo deixado nessas fotografias", diz Heelemann, quando conta que chegou a comprar aproximadamente 25 mil fotos por um par de euros cada caixa. Foi assim que a artista começou a formar suas primeiras coleções. "Há uma caixa com 600 fotos de um casal nas mais diversas poses, inclusive algumas obscenas, e a maioria delas dentro de um mesmo apartamento", conta Heelemann, que passou tempos especulando se o casal tinha ou não um caso de amor.Na fototeca, ainda estão armazenadas muitas fotos, à espera de serem descobertas, mesmo que em caixas mais apresentáveis que as de sapato dos mercados de pulga. Heelemann começou a categorizar o vasto material que possui, dividindo as fotos, por exemplo, por temas como "praia", "animais" ou "aniversário" (os mais óbvios) e até mesmo "bolsas de mão" ou "braços cruzados".


Adote uma foto
Opções à vontade: basta procurar

A proposta é que o visitante seja chamado a dar uma olhada no material exposto. Mesmo que as fotografias não estejam à venda, é possível "adotá-las" em troca de uma doação. Depois que as imagens forem dispostas em um "álbum de adoção" por um determinado tempo, Heelemann envia-as para os novos padrinhos, que são obrigados a mandar de volta para ela uma foto da "imagem adotada" em seu novo ambiente.Cerca de cem pessoas já aderiram à idéia de adotar uma foto. As razões são várias. Há, por exemplo, o caso de um visitante que resolveu presentear seu próprio pai com a imagem de um trabant, carro típico da ex-Alemanha Oriental, porque o pai dirigia um deles há muito tempo."Um jovem casal outro dia escolheu uma foto de avós, dizendo que optaram por essa porque eles não têm avós", lembra Heelemann, observando que, para alguns "clientes", sua loja serve como uma espécie de memória substituta.















foto retirada do site: www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2215700,00.html


Contra a idéia de um "cemitério de imagens"

Caixas e mais caixas de lembranças"Ela está oferecendo um tipo de serviço cuja necessidade não se tinha percebido antes. As pessoas entram de olhos arregalados, acham curioso. Partir da perspectiva alheia e comunicar-se com pessoas que não são necessariamente as que você conhece faz com que uma visita ao espaço se transforme em um evento artístico", observa Christine Hill, artista que vive entre Berlim e Nova York e que, como professora convidada da Universidade de Weimar, orientou Heelemann em seu projeto.A idéia é continuar e até expandir a fototeca no próximo ano, diz Heelemann, que não gosta, contudo, que as pessoas vejam o espaço como um cemitério de imagens, onde depositem aquilo que não querem mais. Numa caixa sua, particular, Heelemann pretende continuar guardando suas fotografias prediletas. Entre as que considera mais especiais, há uma do bonde de número seis, de Dresden. No verso, está escrito: lugar de despedida - o número seis raptou meu amor. "É uma foto linda, que desenrola estórias", conclui Heelemann.

Mathis Winkler (sv).